A Polícia Federal trabalha

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A Polícia Federal trabalha

Mensagem por ruiz » 17 Ago 2006, 11:15

Conheça a seguir todas as operações realizadas pela Polícia Federal brasileira durante toda o ano de 2006.

Cruz Vermelha

A operação Cruz Vermelha foi desencadeada no dia 11 de janeiro e teve como objetivo a apreensão de documentos que comprovassem a prática de crimes tributários, financeiros e de lavagem de dinheiro por parte de empresas da área de saúde em Pernambuco. Foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão em empresas investigadas, nas residências de seus responsáveis e contadores.

Decadência Total

A Polícia Federal, com o apoio de auditores do INSS e do Ministério Público Federal, desencadeou na manhã do dia 20 de janeiro a Operação Decadência Total. O objetivo era investigar denúncias de irregularidades na concessão de certidões negativas de débito por funcionários da Previdência Social na cidade de Ponta Grossa. Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão, sendo um deles na sede da Previdência, outro nas dependências de uma imobiliária, e os outros quatro em residências de pessoas envolvidas. Todos os integrantes da quadrilha foram indiciados pela prática dos crimes de estelionato, corrupção ativa, corrupção passiva e formação de quadrilha.

Coqueiro

A Operação Coqueiro foi realizada no dia 26 de janeiro e prendeu 8 pessoas envolvidas em uma quadrilha de tráfico internacional de drogas. O grupo atuava principalmente no litoral do Rio Grande do Sul. A cocaína vendida pelos criminosos vinha principalmente do Paraguai e da Bolívia.

Araripe

Realizada no dia 26 de janeiro, a Operação Araripe teve como objetivo combater o comércio ilegal de fósseis. Foram apreendidas cerca de duas toneladas de fósseis, o que corresponde a quase 1000 unidades, que eram comercializados no Mercado Modelo, localizado no Bairro do Comércio em Salvador, e em um depósito adjacente. Foram indiciados 20 comerciantes que responderão pelo crime de receptação qualificada, com penas previstas de até oito anos de prisão.

Operação 3x1

A Operação 3x1 desarticulou no dia 6 de fevereiro uma quadrilha de estelionatários especializada na aplicação do chamado golpe do “três por um”, aplicado em praticamente todas as unidades da federação, principalmente Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso, Bahia e Distrito Federal. A ação mobilizou 50 policiais federais da Superintendência da PF no Distrito Federal e foi deflagrada simultaneamente em Brasília, Uberlândia e São Paulo. As investigações mostraram que a quadrilha atuava há mais de sete anos e que seus golpes teriam rendido ao bando mais de R$ 2 milhões ao longo deste período.

Cegonha

A Polícia Federal desencadeou no dia 9 de fevereiro a Operação Cegonha para prender uma quadrilha especializada em imigração ilegal de crianças para os Estados Unidos. Noventa e dois policiais cumpriram 17 mandados de prisão e 8 de busca no Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Ceará, Tocantins, Maranhão e Pará. As investigações, iniciadas em outubro de 2005, apuraram que desde 2004 foram enviadas para os Estados Unidos mais de cem pessoas, na maioria crianças e adolescentes. A quadrilha falsificava diversos documentos, inclusive certidões de nascimento, para criar vínculo de crianças com pessoas chamadas de “cegonhas”, que eram encarregadas de levá-las para os Estados Unidos e serem entregues a pretensos familiares que residem ilegalmente naquele país.

Carbono

A Polícia Federal, com apoio do Ministério Público Federal e da Receita Federal, realizou no dia 10 de fevereiro a Operação Carbono para combater o contrabando de pedras preciosas, principalmente diamantes, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, evasão de divisas e outros crimes relacionados. Durante cerca de um ano e meio foi investigado um esquema de comércio clandestino de diamantes, articulado por empresários do ramo e com o auxílio de contadores, doleiros e servidores públicos do DNPM – Departamento Nacional de Produção Mineral. A ação contou com a participação de 255 policiais federais e 50 auditores da Receita Federal.

Scan

A Operação Scan aconteceu no dia 14 de fevereiro e prendeu 55 integrantes de uma quadrilha especializada em desviar dinheiro de contas bancárias através de transferências e pagamentos realizados pela Internet. Ao todo 330 policiais realizam mandados de prisão e de busca e apreensão nos estados da Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Pernambuco, Bahia, São Paulo e Paraná. As investigações iniciaram em maio de 2005, e estima-se que o grupo tenha desviado mais de 10 milhões de reais.

Azahar

A Operação Azahar foi realizada pela Polícia Federal no dia 22 de fevereiro para combater uma rede mundial de veiculação e distribuição de pornografia infantil pela Internet.. Foram cumpridos 30 mandados de busca e apreensão em 11 estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Pará, Sergipe, Paraíba, Bahia, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Minas Gerais). Foram apreendidos diversos computadores, drives, HDs, fitas VHS e disquetes que comprovariam o crime previsto no artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente (produção ou divulgação fotográfica e similares, utilizando-se de crianças ou adolescentes em cenas pornográficas de sexo explícito ou vexatória). A operação aconteceu simultaneamente em 20 países e foi coordenada pela Polícia da Espanha.

Xeque-mate

A Polícia Federal desencadeou a Operação Xeque-mate no dia 23 de fevereiro para desarticular uma quadrilha de traficantes de drogas que movimentou, no último ano, mais de R$ 1,5 milhão com a distribuição, no Sul Fluminense, de cerca de 60 quilos de cocaína que eram enviados de São Paulo por integrantes do PCC.

Mar Egeu

A Operação Mar Egeu foi deflagrada pela Polícia Federal na madrugada do dia 7 de março no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Santa Catarina, e teve como objetivo desarticular uma quadrilha especializada na emigração ilegal de mulheres e crianças para os Estados Unidos. Cento e sessenta e um policiais participaram da operação, que resultou na prisão de três pessoas e no cumprimento de 44 mandados de busca e apreensão.

Esfinge

A Polícia Federal realizou no dia 9 de fevereiro a Operação Esfinge para desmantelar uma organização criminosa sediada no Espírito Santo. As investigações, iniciadas em março de 2005, foram motivadas por procedimento fiscal da Receita Federal que apurou irregularidades nas importações realizadas pela organização composta por mais de 300 empresas de diferentes segmentos, tais como combustíveis, importação e exportação, mineração, agropecuária e construção civil. Foram 19 pessoas presas, sendo 12 no Espírito Santo, duas na Bahia, uma no Rio de Janeiro, uma no Mato Grosso do Sul, uma em Pernambuco e duas em São Paulo. Durante os trabalhos investigativos, policiais constataram subfaturamento de mercadorias, práticas reiteradas de descaminho, lavagem de dinheiro, dentre outros crimes. Em seis meses de funcionamento o grupo importou cerca de U$ 14.000.000,00 (quatorze milhões de dólares) utilizando-se desses meios fraudulentos.

Safári

A Polícia Federal, em conjunto com a Receita Federal, iniciou nesta sexta-feira, 10, a operação Safári, em conjunto com a Receita Federal, para desarticular a maior quadrilha de contrabandistas de produtos finos que serviam a alta sociedade de Brasília. O esquema criminoso envolvia servidores de embaixadas com imunidade diplomática, servidores do Ministério das Relações Exteriores e uma das maiores empresas de produtos importados do país, além de quatro contrabandistas. Operando na capital da República há pelo menos três anos, a polícia suspeita que o grupo contrabandeou mais de três milhões de reais em uísque, perfumes caros e outros produtos importados.

Cassinos II

A operação Cassinos II foi deflagrada na madrugada do dia 14 de março para cumprir 17 mandados de busca e apreensão em casas de bingo e depósitos localizados na cidade de Belém. Cerca de 100 policiais apreenderam mais de 500 máquinas caça-níqueis. Duas pessoas foram presas em flagrante por porte ilegal de armas.

Balaústre

A operação Balaústre prendeu no dia 15 de março oito integrantes de uma quadrilha que conseguia empréstimos irregulares usando dados de beneficiários da Previdência Social. Cerca de 40 policiais participam da ação. Segundo investigações da Delegacia de Repressão a Crimes Previdenciários no Pará, os fraudadores obtinham dados de aposentados junto a empresas de energia elétrica e de telefonia. Com as informações, os acusados falsificavam documentos e conseguiam empréstimos em nome das vítimas nos bancos. Os valores eram então transferidos para contas de "laranjas", que depois de receberem uma pequena parcela, repassavam o dinheiro para os fraudadores.

Doublê

Mais de 300 policiais participaram no dia 15 de março da Operação Doublé, que desarticulou uma quadrilha especializada em crimes contra o Sistema Financeiro Nacional. O grupo agia principalmente por meio da “clonagem” de cartões, lesando usuários de órgãos como a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e outras instituições bancárias. As investigações tiveram início em novembro de 2005 e apontaram que a quadrilha agia nos estados do Ceará, Goiás, Rio de Janeiro e São Paulo.

Cidade Baixa

A Polícia Federal, em conjunto com a Receita Federal, realizou no dia 21 de março a Operação Cidade Baixa para prender quatro contadores integrantes de uma quadrilha que anulava irregularmente dívidas de empresas com o Fisco. Estima-se que a fraude tenha causado um prejuízo de 100 milhões em exclusões e suspensões de dívidas e emissões de certidões negativas de débitos.

Tarantela

Desencadeada no dia 21 de março, a Operação Tarantela prendeu integrantes de uma organização criminosa especializada no tráfico internacional de seres humanos com o fim de exploração sexual. Os criminosos atuavam em Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Minas Gerais aliciando e remetendo travestis para a Itália.

Suíça

A Superintendência Regional da Polícia Federal em São Paulo realizou no dia 21 de março a Operação Suíça para investigar irregularidades nas transações do escritório de representação do Banco Credit Suisse (ER Credit Suisse) na capital paulista. Foram apreendidos diversos documentos, microcomputadores portáteis e discos rígidos de computadores para comprovar crimes como evasão de divisas, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

Urutau

A Polícia Federal e Receita Federal do Paraná e Santa Catarina deflagraram no dia 22 de março a Operação Urutau para desbaratar uma quadrilha especializada no descaminho de mercadorias de informática, além de sonegação fiscal. Aproximadamente 100 policiais federais, além de 30 auditores e fiscais da Receita, cumpriram mandados de prisão e de busca e apreensão em residências e empresas de informática, casas de câmbio e factoring, locais onde o dinheiro do contrabando era lavado após vendas via Internet.

Dissolve

A Polícia Federal, em conjunto com o Ministério Público Estadual de Limeira, a Procuradoria da República em Piracicaba e a Secretaria Estadual da Fazenda do Estado de São Paulo, realizou no dia 23 de março a Operação Dissolve, para desmantelar um organizado esquema de adulteração de combustíveis, que operava nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso. A quadrilha possuía estrutura para adulterar um milhão de litros de combustível por dia, gerando prejuízo diário para 25 mil consumidores.

Tarô

A Polícia Federal, em conjunto com a Polícia Judiciária Suíça, deflagrou no dia 28 de março a Operação Tarô para desarticular uma organização criminosa internacional que praticava o tráfico de mulheres para fins de exploração sexual. As investigações, que iniciaram em 2005, descobriram que o grupo era liderado por um suíço, que por intermédio de aliciadores, recrutava mulheres brasileiras em Belo Horizonte e Região Metropolitana, enviando-as para prostituição em Zurique, Suíça.

Paralelo 251

A Operação Paralelo 251 prendeu no dia 4 de abril integrantes de uma quadrilha que comandava um esquema de corrupção dentro da Delegacia Regional do Trabalho do Rio de Janeiro. A ação foi desenvolvida com apoio do Ministério do Trabalho e do Ministério Público Federal, e foi resultado de uma investigação que durou mais de três anos. A organização criminosa, composta por auditores fiscais do trabalho e servidores administrativos do órgão, oferecia vários "serviços" em troca do recebimento de vantagens pecuniárias indevidas.

Cerrado

Desencadeada no dia 6 de abril, a Operação Cerrado prendeu sete pessoas envolvidas com o transporte ilegal de carvão e madeira através da utilização de identidades falsas e venda de Autorizações de Transporte de Produto Florestal (ATPF) falsificadas. Entre os presos estavam um funcionário da ativa do Posto do IBAMA e uma funcionária demitida do IBAMA de Barreiras, além de empresários e despachantes.

Calouro

A Polícia Federal, com apoio da Universidade Federal do Maranhão, realizou no dia 9 de abril a Operação Calouro e prendeu 12 pessoas que tentavam fraudar o vestibular da UFMA. “Pilotos” respondiam as provas e posteriormente os gabaritos eram repassados aos compradores pelos organizadores da fraude. Os gabaritos custavam por volta de R$ 30 mil a R$ 70 mil.

Galiléia

A Operação Galiléia foi desencadeada pela Polícia Federal no dia 28 de abril com apoio da Controladoria Geral da União (CGU) e respaldo do Ministério Público Federal. Foram presas 18 pessoas envolvidas com fraudes em processos licitatórios e no faturamento da Companhia Docas do Pará. Mais de 240 policiais participaram da ação.

Caloria

Desencadeada no dia 26 de abril, a Operação Caloria prendeu dez pessoas que faziam parte de um grupo de profissionais da área de saúde que produziam e distribuíam ilegalmente medicamentos para emagrecer. Foram apreendidas receitas, computadores, cápsulas e frascos de medicamento.


Piraíba

No dia 26 de abril a Polícia Federal deflagrou em quatro estados brasileiros e no Distrito Federal a Operação Piraíba, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada em fraudes com cartões bancários, bem como na exploração clandestina de serviços de telecomunicações. A quadrilha clonava cartões magnéticos utilizando equipamentos eletrônicos e os utilizavam para saques, compras em supermercados e lojas e transferências bancárias.


Sanguessuga

A operação foi realizada pela Polícia Federal no dia 04 de maio com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada na prática de crimes contra a ordem tributária e fraudes em licitações na área da saúde que agia desde o ano de 2001. Cerca de 250 policiais federais participaram da operação nos estados do Acre, Amapá, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e no Distrito Federal. Foram cumpridos 53 mandados de busca e apreensão e efetuadas 48 prisões. Integravam a quadrilha funcionários públicos que atuavam no Ministério da Saúde e na Câmara dos Deputados.


Pólo

A operação foi realizada no dia 9 de maio pela Polícia Federal em conjunto com o Ministério Público e a Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia. O objetivo foi desmantelar um organizado esquema de sonegação de impostos e adulteração de combustíveis que operava nos Estados de São Paulo e Bahia. Foram presas 24 pessoas e cumpridos 35 mandados de busca e apreensão.


Hélios

A Polícia Federal no Piauí, desencadeou, no dia 10 de maio, a Operação Helios para recuperar cerca de 200 equipamentos fotovoltaicos (captores de luz solar para produção de energia elétrica) do Programa Federal de Desenvolvimento Energético de Estados e Municípios (Prodeem), do Ministério das Minas e Energia. Os equipamentos, avaliados em cerca de R$ 2 milhões, foram furtados de escolas públicas estaduais e municipais das zonas rurais dos municípios de Alagoínhas, Pio IX e Simões, todos no Piauí. Foram cumpridos 70 mandados de busca e cinco prisões.


Carta Marcada

A Polícia Federal, em conjunto com a Receita Federal e Previdência Social, desencadeou no dia 12 de maio, a operação Carta Marcada. O objetivo foi desarticular uma organização criminosa especializada no desvio de recursos públicos através de fraudes em licitações, especialmente em prefeituras. O grupo constituía empresas fictícias, criadas em nome de laranjas, para simular concorrência em processos licitatórios. Foram cumpridos 12 mandados de prisão e 32 mandados de busca e apreensão nos estados da Paraíba e do Rio de Janeiro.



Branca de Neve

A operação aconteceu nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, no dia 16 de maio. Além da Polícia Federal participaram o Ministério Público Federal, Receita Federal e Procuradoria do INSS. O alvo foi uma quadrilha especializada na lavagem e ocultação de dinheiro, principalmente oriundo do desvio de recursos do INSS no final da década de 80 e início da década de 90. Foram cumpridos quatro mandados de prisão e 40 de busca e apreensão.



Oceanos Gêmeos

A Polícia Federal desencadeou a operação no dia 16 de maio e teve como base São Paulo. O objetivo foi prender chefes da cadeia de comando de uma organização criminosa internacional que atuava no tráfico internacional de entorpecentes, em especial enviando cocaína estocada em depósitos da Colômbia e Venezuela para os mercados consumidores da América do Norte. A ação policial aconteceu de maneira coordenada em várias cidades dos Estados Unidos, Colômbia, México, Equador, Venezuela e no Panamá. No Brasil foram 12 prisões e 22 mandados de busca e apreensão.


Macunaíma

Após sete meses de investigações, a Polícia Federal desencadeou, no Rio grande do Sul, dia 17 de maio, a Operação Macunaíma, desarticulando um esquema criminoso de contrabando e descaminho de mercadorias oriundas do Paraguai. Foram expedidos 29 mandados de busca e apreensão. O esquema contava com a participação de servidores públicos. As investigações contaram com o apoio da Polícia Rodoviária Federal. Foram presas 20 pessoas.


Desmanche

A operação ocorreu no dia 18 de maio com o objetivo de desarticular uma organização criminosa que fraudava benefícios da previdência social em São Luis. A operação foi resultado do trabalho da Força-Tarefa composta pela Polícia Federal e pelo Ministério da Previdência Social. As investigações tiveram início em junho de 2005. Foram 12 mandados de prisão e 13 de busca e apreensão.



Torniquete

A operação cumpriu seis mandados de prisão, além de buscas e apreensões de documentos. A investigação foi iniciada pelo Ministério Público do Estado de Minas Gerais para apurar denúncia de irregularidades no Hospital Sagrado Coração de Jesus, em São Sebastião do Paraíso, Minas Gerais. Os fraudadores usavam documentos falsos para receberem verba ilícitas do Sistema Único de Saúde-SUS.



Senil

Foi deflagrada no dia 22 de maio, no estado do Espírito Santo, e resultou na prisão de cinco pessoas integrantes de uma quadrilha que fraudava benefícios concedidos pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).

Bala Doce

A operação ocorreu no Paraná no dia 25 de maio e desarticulou uma quadrilha de tráfico internacional de entorpecentes. Tinha entre seus alvos o empresário da noite, Raul E.S.T., 21 anos, um dos proprietários da boate DOT de Maringá/PR, e organizador de festas “rave”. Foram cumpridos 22 mandados de busca e apreensão e 13 mandados de prisão.

Escudo

A Polícia Federal, em conjunto com o Ministério Público Federal e a Receita Federal, realizou no dia 26 de maio a Operação Escudo. O alvo foi uma organização criminosa que comercializava, no município de Aparecida (SP), grande quantidade de mercadorias trazidas ilegalmente do Paraguai, utilizando-se de servidores públicos que deveriam atuar na repressão do contrabando e do descaminho. Foram cumpridos 49 mandados de busca e apreensão e 11 prisões.

Alecto

A Delegacia de Combate aos Crimes Fazendários da Polícia Federal no Amapá deflagrou no dia 31 de maio a operação Alecto. Cinco pessoas foram presas, incluindo um delegado da Receita Federal, sob acusação de corrupção ativa e passava, tráfico de influência e advocacia administrativa.

Carro Zero

A Polícia Federal realizou 2 de junho a operação Carro Zero com o objetivo de desbaratar uma organização criminosa que enganava vítimas prometendo a venda de carros novos a preços convidativos, mediante o depósito prévio de parte do preço. Foram presas duas pessoas e cumpridos 3 mandados de busca e apreensão.

Casa Velha

A operação Casa Velha prendeu três pessoas envolvidas com o comércio ilegal de armas de fogo e munições na região de Vitória, no Espírito Santo. Entre os presos estava um policial civil.

Rosa dos Ventos III

A Operação Rosa dos Ventos é realizada anualmente durante a Semana Internacional do Meio Ambiente para combater a prática de crimes ambientais. Todas as superintendências regionais da PF são mobilizadas para a ação, que tem caráter repressivo e educativo.

Violeta

A Polícia Federal desencadeou no dia 6 de junho a Operação Violeta para acabar com uma rede de doleiros que atuavam na grande São Paulo e interior paulista. As investigações apontaram para a existência de uma rede de casas de câmbio que atuava na troca irregular de moedas e na remessa ilegal de dinheiro ao exterior, utilizando-se principalmente da modalidade “dólar-cabo”.

Charrua

A Polícia Federal, com apoio da Brigada Militar, realizou no dia 8 de junho a Operação Charrua para prender integrantes de dois grupos envolvidos com a disputa de terras na Reserva Indígena do Ligeiro na cidade de Charrua, noroeste do Rio Grande do Sul. Entre os crimes praticados estavam seqüestros, retiradas forçadas, espancamentos e arrendamento irregular de terras.

Novo Empate

A operação Novo Empate foi desencadeada pela Polícia Federal com apoio do IBAMA com o objetivo desarticular uma quadrilha que desmatava a floresta amazônica com fraudes no uso, movimentação e fiscalização das Autorizações de Transporte de Produto Florestal – ATPF, documentos que devem acompanhar toda carga legal de madeira e de outros produtos extraídos da floresta.

Tibagi

A Polícia Federal em Curitiba desencadeou no dia 12 de junho a operação Tibagi, que foi resultado de uma investigações conjunta da Delegacia de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico da PF com o Ministério Público Federal de Ponta Grossa. Foi descoberto um esquema de extração ilegal de diamantes no Rio Tibagi e a emissão fraudulenta de certificados Kimberley - certificação oficial necessária para comercialização internacional de pedras preciosas. Uma pessoa foi presa e foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão nas cidades de Ponta Grossa, Telêmaco Borba e Curitiba.

Geralda Toco Preto

A operação foi realizada entre os dias 30 de maio e 13 de junho pela Polícia Federal, em conjunto com a FUNAI e oficiais da Justiça Federal, para combater a exploração ilegal de madeira na reserva indígena Geralda Toco Preto, no Maranhão. Três pessoas foram indiciadas por crimes contra a Lei Ambiental, sendo dois indígenas.

Faxina

A Operação Faxina prendeu no dia 14 de junho seis integrantes de uma organização criminosa que simulava reclamações trabalhistas junto à Justiça do Trabalho. Segundo a apuração da Polícia Federal, os valores sacados irregularmente somaram mais de R$ 1.500.000,00 (um milhão e quinhentos mil reais).

Lusa

A Polícia Federal deflagrou no dia 18 de junho a Operação Lusa para desarticular uma quadrilha envolvida com o tráfico de mulheres para fins de exploração sexual. Foram presas duas pessoas, sendo uma estrangeira e um motorista de táxi, que intermediavam a ida de mulheres para a Europa com fins de prostituição. A Polícia também deteve cinco brasileiras que embarcariam com destino à cidade do Porto (Portugal), que foram liberadas depois de prestarem esclarecimentos.

Depósito

A Operação Depósito prendeu no dia 20 de junho integrantes de uma quadrilha que falsificava cheques e clonava cartões de créditos em Salvador. Foram presas 19 pessoas na capital baiana e em São Paulo.

14 bis

A Operação 14 bis, deflagrada no dia 29 de junho, foi resultado de uma investigação da Polícia Federal e do Ministério Público que identificou um grupo que atuava na Alfândega do Aeroporto de Viracopos, em Campinas, na liberação ilegal de mercadorias importadas. Foram presas 16 pessoas.

Terra Prometida

A Operação Terra Prometida, realizada entre os dias 19 e 30 de junho, foi uma das maiores ações de combate ao tráfico de entorpecentes na região do semi-árido brasileiro, e teve como objetivo a erradicação de plantios de maconha localizados nas ilhas do Rio São Francisco. Além da Polícia Federal, participaram as Polícias Rodoviária Federal, Policia Militar de Pernambuco, Polícia Civil de Pernambuco e Corpo de Bombeiros.

Artemis

A Polícia Federal deflagrou a Operação Artemis no dia 3 de julho para cumprir mandados de busca e apreensão expedidos pela 5ª Vara da Justiça Federal de Campo Grande em estabelecimentos comerciais de Campo Grande, Três Lagoas, Dourados e Naviraí. Foram apreendidas diversas máquinas caça-níqueis.

Conta Conjunta

A Operação Conta Conjunta foi desencadeada pela delegacia de Polícia Federal em Araraquara no dia 4 de julho. Foram presas cinco pessoas acusados de participarem de uma quadrilha que praticava fraudes contra bancos através da clonagem de cartões e captura de dados bancários.

Nobilis

A operação Nobilis foi realizada no dia 4 de julho e teve como objetivo prender integrantes de um grupo envolvido com o tráfico de drogas no Rio Grande do Sul. Nove pessoas foram presas. Também foram realizadas buscas nas cidades de Bagé, Santana do Livramento, Pelotas, Rio Grande, Sapucaia, Parobé e Aceguá.

Ícaro

A Polícia Federal deflagrou a operação Ícaro nos dias 5 e 6 de julho com o objetivo de reprimir o tráfico internacional de cocaína no interior paulista. Foi preso um dos maiores traficantes do país, além de outras três pessoas. Também foi fechado um laboratório de refino da droga e apreendidos armamentos de grosso calibre.


Fox

Desencadeada em 18 de julho, o objetivo da operação Fox era desarticular uma organização criminosa especializada em fraudar licitações e desviar verbas públicas federais destinadas às áreas de saúde e educação. A organização é composta por empresários e funcionários públicos. Foram presas 35 pessoas e cumpridos 67 mandados de busca e apreensão nos estados de Sergipe, Alagoas e Bahia.

Zapatta

Deflagrada em 20 de julho pelas superintendências da PF no Paraná, Santa Catarina e São Paulo, com o auxílio internacional do governo norte americano e mexicano, para desarticular uma quadrilha que atuava no tráfico de cocaína e lavagem de dinheiro. Um traficante conhecido como Mexicano, estaria realizando lavagem do dinheiro obtido com o tráfico de cocaína do México para os Estados Unidos da América. Mexicano pertence ao Cartel Juarez, a maior Organização criminosa do México, responsável pela remessa de toneladas de cocaína para os Estados Unidos, arrecadando mensalmente cerca de U$ 200 milhões de dólares.

Cerol

Deflagrada na manhã de 21 de julho, a operação Cerol desarticulou um esquema de corrupção e favorecimento a particulares no cometimento de crimes contra a administração pública e administração da justiça. A associação criminosa de advogados e empresários, responsável pela cooptação de policiais federais na Superintendência da PF no Rio de Janeiro, vinha sendo investigada há cerca de um ano e dois meses, a partir de denúncias realizadas pelo Setor de Inteligência da própria PF, INSS e MPF.

Com Dor

A Polícia Federal, com o auxílio do Ministério da Previdência Social, deflagrou na manhã de 25 de julho a Operação Com Dor, que apurou um sistema de fraude contra a Previdência por meio de atestados médicos falsos. A Delegacia de Repressão a Crimes Previdenciários da PF no Rio Grande do Sul vinha investigando 3 casos distintos que utilizavam o mesmo esquema criminoso para encaminhar benefícios de auxílio-doença concedidos pelo Instituto Nacional do Seguro Social-INSS. Das fraudes apuradas, a PF já identificou um prejuízo de 6,7 milhões de reais ao INSS, considerando apenas os benefícios até então analisados pelos técnicos da Previdência Social. Com a operação será evitado um dispêndio mensal estimado em R$ 1 milhão aos cofres públicos. Vinte e nove pessoas foram presas.

Mão-de-Obra

A operação Mão-de-Obra, deflagrada em 26 de julho no Distrito Federal, prendeu seis suspeitos de integrarem uma quadrilha especializada em fraudar licitações de órgãos públicos. O grupo é formado por empresários do ramo de prestação de serviços e de informática, seus funcionários e servidores públicos. A ação contou com apoio da Controladoria Geral da União.

Tanque Cheio

A Superintendência da Polícia Federal em Roraima realizou em Paracaima entre os dias 24 e 28 de julho a Operação Tanque Cheio, com o objetivo de repreender o crime de descaminho de combustível na fronteira entre o Brasil e a Venezuela. Agentes federais realizaram barreiras e diligências na localidade, resultando na prisão de três pessoas e apreensão de 8.500 litros de combustível e 8 veículos.

Sintonia

A Polícia Federal em São Paulo, através da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários, desencadeou em 02 de agosto, a Operação Sintonia, com o objetivo de cumprir mais de 40 mandados de busca e apreensão na Grande São Paulo e encerrar as atividades de diversas rádios que operam sem a autorização da Anatel.

Asfalto Limpo

A Polícia Federal no Paraná, através da Delegacia de Crimes contra o Patrimônio (Delepat) desencadeou no dia 02 de agosto a “Operação Asfalto Limpo”, para reprimir os crimes de furto, roubo, receptação e desvio de cargas, adulteração de documentos de carretas, caminhões e automóveis e formação de quadrilha do Estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso. Foram presos 12 membros de quadrilhas que atuavam nesses estados.

Enguia

Realizada dia 3 de agosto, a Operação Enguia cumpriu 12 mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo, Bauru e Guarujá. As buscas foram feitas nas sedes da empresa Bauruense e nas residências de seus sócios. Os mandados foram expedidos pela 2ª Vara Federal da Seção Judiciária do Rio de Janeiro. As buscas fazem parte da investigação que apura irregularidades na empresa Furnas Centrais Elétricas e a suposta existência de um esquema ilícito de arrecadação de recursos para o financiamento de campanhas eleitorais e partidos políticos.

Dominó

A Polícia Federal desencadeou em 04 de agosto, no estado de Rondônia, a Operação Dominó, para desarticular uma organização criminosa que agia na Assembléia Legislativa do Estado de Rondônia (ALE/RO) desviando recursos públicos. O grupo também é acusado de exercer influência indevida e promíscua sobre agentes do Poder Judiciário, Ministério Público, Tribunal de Contas e do Poder Executivo do Estado. Na operação foram presos deputados estaduais, um procurador, o desembargador presidente do TJ/RO, além de um juiz de direito e empresários. No total, 24 pessoas foram presas.

Tigre

Desencadeada no dia 08 de agosto nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás, a Operação Tigre cumpriu 78 Mandados de Busca e Apreensão e Mandados de Prisão expedidos pela Justiça Federal em São Paulo, visando desarticular grupos associados de doleiros que operavam nesses estados, no mercado paralelo de câmbio de moedas. Foram presas 35 pessoas envolvidas no esquema, além da apreensão de altas quantias em dólares, euros e reais.

Isaías

A Polícia Federal, com apoio do IBAMA, deflagrou no dia 09 de agosto a operação Isaías, nos estados do Amapá, São Paulo, Santa Catarina e Pará. O objetivo é desarticular um esquema ilícito de emissão e comércio de ATPFs (Autorização para Transporte de Produtos Florestais), com envolvimento de servidores públicos, empresários madeireiros e intermediários. Até o final da tarde, 49 pessoas foram presas, sendo 46 no estado do Amapá, duas no Pará e uma em Santa Catarina.

Saúva

Deflagrada pela Polícia Federal no dia 11 de agosto nos estados do AM, RN, RJ, SP, CE, DF, RO, com apoio da Receita Federal e do Exército Brasileiro, a Operação Saúva desarticulou uma organização criminosa formada por empresários do ramo de distribuição de gêneros alimentícios, que fraudava licitações em diversos órgãos municipais, estaduais e federais. O esquema criminoso acontecia com a participação de servidores públicos civis e militares. A quadrilha e seus comparsas usavam empresas para fraudar processos em vários órgãos notadamente no 12º Batalhão de Suprimentos, em Manaus.


Fonte: Gazeta News e Polícia Federal
José Ruiz
JR&A
Esqueça os rótulos. Seus atos são inclusivos ou excludentes? É tudo que eu preciso saber a seu respeito.
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